Sunday, September 1, 2019

Carlos Eduardo em cima do muro

O ex-prefeito de Natal,  Carlos Eduardo Alves, continua 'em cima do muro' quando o assunto é  a sucessão na capital. 

Ora 'pende' para Álvaro Dias, ora 'pende' para Hermano Moraes como opções para 2020.

Outro nome não está descartado. 


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PSD quer candidaturas próprias nas capitais


Na tentativa de fortalecer e dar protagonismo ao PSD, o presidente do partido e ex-ministro, Gilberto Kassab, defende candidatos próprios a preceito das capitais na disputa eleitoral de 2020.

Uma resolução do partido determina aos diretórios municipais candidaturas próprias a prefeito nas eleições do ano que vem.

Pela primeira vez, o PSD obriga todas as capitais e municípios com mais de 100 mil habitantes a lançar seus próprios nomes na disputa majoritária.

No Rio Grande do Norte,  o partido é comandado pelo ex-governador Robinson Faria. 

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Paulinho define candidatura em setembro

O prefeito Paulo Emídio (PR), de São Gonçalo do Amarante, anuncia, em setembro, sua candidatura a reeleição no pleito do próximo ano. O ex-prefeito Jaime Calado, a criatura, atual secretário Estadual de Desenvolvimento, marcou, para a primeira quinzena de setembro, uma conversa política com Paulinho da Habitação, a criatura, para definir quem será o candidato.

Lideranças políticas, ligadas ao prefeito Paulo Emídio, garantem que ele não abre pra ninguém. "Quer ver briga grande, Jaime Calado invente de vetar uma possível reeleição de Paulinho", disse um de seus aliados, linha de frente da campanha de reeleição.

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Eudiane pode compor chapa com Álvaro Dias

A deputada estadual Eudiane Macedo, pode ser o nome do PRB para compor a chapa de vice do prefeito Álvaro Dias à prefeitura de Natal em 2020. 

O PRB quer lançar candidaturas em todo o estado, na capital já sinaliza a indicação.

Em contato com o blog,  Eudiane diz que foi eleita para cumprir seu mandato na Assembleia Legislativa, mas não descartou a hipótese. 

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Solidariedade começa a formar chapa para 2020


Começam as articulações para formatação das chapas proporcionais com vistas ao pleito do próximo ano. O exemplo das últimas eleições, quando quase todos os partidos passaram dificuldade, serviu como alerta.

O Solidariedade, do deputado Kelps Lima, saí na frente e já começa a se movimentar. Ao lado de Abrão Lincoln, que deixou o PRB, Kelps abonou a ficha de filiação de Gabriel Negreiros, candidato a vereador, em 2020.


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Dá para conciliar trabalho e faculdade? Dá, sim! Veja como!

Para todos que acreditam que trabalhar e se dedicar aos estudos é praticamente impossível, já avisamos: não é. Claro que não é fácil, mas com determinação e um punhado de organização é possível, sim, garantir que tanto os estudos quanto o trabalho não sofram. Isso também vai evitar a sobrecarga física e psicológica.

Para lhe ajudar a conciliar trabalho e faculdade sem sacrificar sua vida social ou a saúde, separamos algumas dicas valiosas. Mas o mais importante é lembrar sempre do porquê você está fazendo isso: é um investimento no seu futuro.

5 dicas para conciliar trabalho e faculdade

1 – Esteja certo de qual é a sua prioridade para o momento

Mesmo que ambas as coisas sejam de extrema importância, uma delas é um pouco mais e deve ser encarada como prioridade. O que isso significa? Que sabendo qual é a sua prioridade, você pode se organizar melhor.

Por exemplo: se a sua prioridade é terminar a faculdade, pode ser a hora de cogitar encontrar um trabalho de meio período ou investir em trabalhos freelancers. Já se a prioridade é o trabalho e os estudos são um complemento, você pode reduzir o tamanho da sua carga horária e se matricular em menos disciplinas do que o normal em um semestre.

2 – Faça um cronograma detalhado de seu tempo e compromissos

A organização será a sua grande aliada para conseguir conciliar trabalho e universidade. Coloque em uma tabela todos os seus horários, acrescente seus compromissos semanais de trabalho e de aulas.

Vale tanto tabelas no Google Sheets como em papel, o que ficar mais fácil. Mas é essencial que ela não fique apenas na sua cabeça. Desta maneira você conseguirá perceber visualmente onde você pode otimizar seu tempo, quais horários estão sendo perdidos com bobagens e, assim, poderá se programar com mais antecedência.

3 – Reserve horários para lazer e atividades físicas

A rotina de quem estuda e trabalha o dia inteiro é quase sempre extenuante, mas isso não é uma justificativa para colocar a sua saúde de lado. Além de dormir de seis a oito horas (que além de descansar a mente, ajuda o sistema imunológico e a sua capacidade de concentração), é fundamental reservar um tempo no seu cronograma para a prática de atividades físicas e lazer.

No caso das atividades físicas, você pode praticá-las nos intervalos de almoço ou até antes de sair de casa para ir para a empresa de manhã. E faça questão de reservar um momento do fim de semana para sair com os amigos, ir ao cinema ou simplesmente sentar no sofá e assistir a uma maratona de Netflix. Esses momentos são essenciais para recarregar a energia para uma nova semana.

4 – A tecnologia é uma boa amiga nessas horas

Quem divide os dias de semana entre a faculdade e o emprego tem de lidar com a falta de tempo livre ou para avançar nos estudos. Isso é fato. E para remediar essa condição você pode (e deve!) usar a tecnologia a seu favor.

Use aplicativos, videoaulas, gravadores, resumos na nuvem, internet e tudo o que você pode encontrar para facilitar o seu processo de estudos ao longo da semana.

5 – Saiba o seu limite

A universidade tem muito mais atividades disponíveis do que apenas as aulas ministradas por professores. São festas, associação de estudantes, monitorias, grupos de pesquisa, iniciação científica, curso de línguas e muitas outras opções. Todas essas oportunidades podem fazer seu olho brilhar e ter muita vontade de se inscrever, mas tente lembrar do seu limite.

Se você já tem de conciliar trabalho e universidade, acrescentar mais atividades pode ser prejudicial para todo o conjunto e acabar lhe estressando mais do que contribuindo. Caso considere alguma atividade imprescindível, busque opções que podem ser feitas remotamente, assim você pode encaixar da forma que achar melhor no seu cronograma.

 

Você viu como não é tão difícil assim? Nada como focar nos sonhos e fazer acontecer!

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TJRN é o 3º tribunal mais caro e o 3º menos eficiente


O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte tem o terceiro maior custo de manutenção de pessoal, enquanto, por outro lado, é o terceiro menos eficiente dentro de um grupo de 12 tribunais considerados de pequeno porte. A constatação é do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no relatório de 2019 do ‘Justiça em Números’, que avalia o desempenho dos tribunais do ano anterior.

Ao contribuinte do Rio Grande do Norte, manter um juiz do TJRN, custa, em média, R$ 62.412,00/mês. Já o custo de um servidor do Judiciário é de R$ 15.544,00/mês. As despesas em questão incluem benefícios, encargos, previdência social, diárias, passagens, indenizações judiciais e demais indenizações eventuais e não eventuais e não representam o valor de salários por eles recebidos. O TJRN tem 247 juízes e 5.028 servidores. Em 2018, ele teve despesas totais de R$ 1.018.394.743, a segunda maior do grupo de que faz parte.

Por outro lado, o TJRN tem o terceiro menor índice de eficiência. Ele foi de 58% em 2018, ante a 88% em 2017, uma queda 30 pontos percentuais. Separadamente, a produtividade de juízes também foi a terceira pior. Quando se trata dos servidores, o tribunal sobe uma posição, ficando em oitavo lugar, ou o quarto menos produtivo de seu grupo.

Ao classificar os tribunais por porte, o CNJ leva em consideração os números com despesas, de magistrados, de servidores e de processos pendentes. Fazem parte do grupo de pequeno porte, além do Rio Grande do Norte, os tribunais de justiça de Roraima, Amapá, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Acre, Sergipe, Amazonas, Paraíba, Piauí e Alagoas.

As associações que representam servidores (Sindjustiça) e magistrados (Amarn) foram procuradas para comentar a matéria. Representantes do Sindjustiça alegaram que a ausência de seu diretor no momento, em razão de compromissos pessoais, inviabilizaria comentar a reportagem. Já o dirigente da Amarn, Herval Sampaio, defendeu a união de esforços e o entendimento de que o relatório deve ser ponto de partida para reflexões sobre gestão, priorizando investimentos onde há mais demanda, o primeiro grau.

O Tribunal de Justiça também comentou os números. O órgão judiciário explicou que houve queda nos valores despendidos entre 2017 e 2018 e que, por outro lado, a demanda cresceu, com mais potiguares procurando o serviço judiciário. Apesar do desempenho registrado pelo CNJ quanto à eficiência, o TJRN destacou que conseguiu reduzir em 15,23% o número de processos pendentes.

Produtividade

O somatório de quatro variáveis (produtividade de juízes, de servidores, despesa total e número de processos) compõe a análise final do CNJ, chamada de Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus).

Através dele, o Conselho Nacional de Justiça afere a eficiência de um tribunal comparando o desempenho das unidades judiciárias considerando seus recursos disponíveis. O índice é fixado em valor de 0% a 100%. Quanto maior seu valor, melhor o desempenho da unidade, significando que ela foi capaz de produzir mais, com menos recursos envolvidos.

Os tribunais com melhor resultado, considerados eficientes, se tornam parâmetro de comparação para os demais de seu grupo. Portanto, o IPC-Jus do tribunal será a razão entre seu desempenho e o quanto ele deveria ter produzido para atingir resultado semelhante aos que alcançaram 100% de eficiência.

O IPC-Jus do TJRN foi de 58%, o terceiro menor índice no grupo dos tribunais de pequeno porte. Trata-se de uma queda de quase 30% sobre o ano anterior, quando o IPC-JUS do TJRN havia sido de 88%, o que lhe rendeu a posição de terceira eficiência no grupo de que faz parte.

Na aferição da eficiência, o CNJ levou em conta o número de processos baixados por juízes e servidores em comparação com o número que eles deveriam ter baixado para alcançar a máxima eficiência com os recursos de que dispunham.

No comparativo entre o que foi feito e o que poderia ter sido feito, os juízes do TJRN baixaram 953 processos em média cada um, quando o ideal, teria sido 1.576. Já os servidores atuaram em 76 processos, quando o ideal seria de 125.

Em razão desse cenário, a taxa de processos congestionados no TJRN ao longo de 2018 foi de 71% sobre o total do estoque processual. Se os cenários hipotéticos traçados pelo CNJ tivessem sido alcançados por servidores e magistrados, a taxa de congestionamento teria recuado para 59%. Após essas considerações, o CNJ cita nominalmente o Tribunal de Justiça do RN entre os de baixo desempenho entre todos os 27 tribunais.

“Os Tribunais de Justiça do Rio Grande do Sul, São Paulo, Bahia, Mato Grosso e Sergipe estão no quadrante de melhor desempenho em todos os gráficos. Já TJPI, TJPB, TJRN, TJMA, TJPE, TJPA e TJSC encontram-se nos quadrantes de menor desempenho”, descreve o relatório.

Em 2018, o órgão judiciário potiguar ficou à frente somente do TJPB (52%) e do TJPI (49%). A média estadual fixada para todos os tribunais como parâmetro foi de 84%. Apenas o TJSE e o TJRR ficaram acima desse patamar no grupo de que faz parte o TJRN, alcançando 100% de eficiência entre os pequenos.

A obtenção de eficiência de 100% não significa que um tribunal não precise melhorar, mas apenas que tal tribunal foi capaz de baixar mais processos em condições de recursos semelhantes àqueles que não conseguiram o mesmo desempenho.

(Tribuna do Norte)

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