Tuesday, October 2, 2018

Entenda o papel do administrador financeiro nas empresas

As funções do administrador financeiro em uma empresa estão aliadas a conhecimentos específicos que resultam em saúde financeira para a organização.

O administrador financeiro gerencia contas empresariais e coordena atividades de investimento. As tarefas típicas listadas em um currículo de exemplo incluem desenvolvimento de orçamentos, geração de relatórios, planejamento de metas financeiras, administração de atividades de folha de pagamento, preparação de demonstrações e pagamento de obrigações da organização.

A administração financeira é uma parte vital dos negócios por se preocupar com os recursos de uma organização. Ela também desenvolve o orçamento, prepara relatórios financeiros e está envolvida no direcionamento das atividades de investimento.

Neste post, listaremos as principais funções do administrador financeiro e você perceberá a responsabilidade que essa função carrega. O sucesso de uma empresa está diretamente ligado a este cargo e, para isso, não basta só amar o que faz: a boa formação e o conhecimento são essenciais.

As principais funções do administrador financeiro

Declarações financeiras

É de responsabilidade de um administrador preparar os relatórios financeiros mensais da empresa. O profissional geralmente mantém planilhas de todas as atividades financeiras da organização e as compila no relatório no final do mês.

O relatório detalha as entradas e as saídas de caixa da empresa, o que ajuda a estabelecer a responsabilidade no negócio.

O administrador financeiro também mantém toda a documentação que suporta os números contidos no relatório, como faturas e recibos, para fins de auditoria.

São documentos importantes, pois, na hora da conferência, tudo deve estar alinhado com o andamento da organização.

Orçamento

Uma das principais responsabilidades de um administrador financeiro é elaborar o orçamento mensal da organização com base nos requisitos do negócio. Ou seja, inspirado no que a empresa comercializa, seja produtos ou serviços, o profissional prepara o orçamento mensal.

Como ele gerencia o caixa da empresa e está a par do seu uso, está em melhor posição para preparar o orçamento mensal. Ao desempenhar esse dever, mantém contato com os chefes de outros departamentos para descobrir se eles têm alguma necessidade suplementar para que possa fazer projeções de fluxo de caixa realistas.

Depois de preparar o orçamento, o administrador financeiro aloca a cada departamento o dinheiro necessário.

Suporte ao investimento

Um administrador financeiro também oferece apoio ao investimento, fornecendo informações relevantes sobre as finanças da empresa ou desenvolvendo uma carteira de investimentos.

O administrador lida com os recursos financeiros da organização para oferecer contribuições valiosas sobre a liquidez, as dívidas e as projeções financeiras, que auxiliam na tomada de decisões sobre investimentos.

Alternativamente, o administrador financeiro pode ter o poder de investir o excesso de caixa, mas deve aderir às políticas da empresa. Além disso, ele deve fazer uma divulgação completa das formas como aplicou o dinheiro.

Gestão de contas

O administrador financeiro gerencia os controles de caixa da organização, garantindo que o dinheiro seja aplicado adequadamente às metas de negócios. O profissional é responsável por coletar dinheiro relacionado às contas a receber da empresa, como pagamentos de devedores e receitas de aluguel.

Ele também paga os passivos da organização, como prêmios de seguro, pagamentos da previdência social e outras contas. Aprova solicitações de compras e desembolsos de caixa, além de refletir todas as transações da empresa em uma demonstração de fluxo que ele reconcilia regularmente para acompanhar o dinheiro.

São muitas informações e conhecimentos a serem adquiridos e que englobam as funções do administrador financeiro. Se você busca alcançar esse cargo de responsabilidade, pode se preparar com excelência em uma de nossas Unidades Universitárias, realizando o MBA em Gestão de Negócios.

Eis alguns dos importantes temas que são abordados pelo curso:

  • Visão global de finanças corporativas: o papel e as funções do administrador financeiro;
  • Mercado eficiente e mercado perfeito;
  • Fontes de financiamento;
  • Capital próprio e de terceiros;
  • Risco e retorno;
  • O Beta e o modelo CAPM;
  • Custos do capital próprio e do capital de terceiros;
  • Custo Médio Ponderado de Capital;
  • Estrutura de capital;
  • Ações e dividendos: avaliação de ações;
  • Critérios para classificação de projetos;
  • Noções de capital de giro e administração de estoques.

Não deixe de saber mais sobre o MBA em Gestão de Negócios da Unisul. Acesse o site do curso e confira as formas de ingresso!

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Como conseguir financiamento para produções audiovisuais?

Por meio de editais, licitações, leis e iniciativa privada, é possível conquistar o tão sonhado financiamento para produções audiovisuais.

Sabemos que o mercado de produção audiovisual oferece inúmeras áreas de atuação, sendo possível trabalhar em organizações de todos os tipos ou construir o próprio negócio.

As dificuldades desse último estão, na maioria das vezes, relacionadas ao financiamento para produções audiovisuais. O produtor autoral deve ser capaz de pensar no filme de maneira empreendedora para conseguir o investimento desejado.

O que o diferencia dos demais é o perfil analítico e gerencial. Se você pensa em ser um produtor audiovisual autoral, veja o que é necessário para conseguir financiamento!

Fontes de financiamento para produções audiovisuais

O audiovisual já passou por momentos distintos no Brasil. Na década de 1990, por exemplo, a produção era tímida por conta da extinção da Empresa Brasileira de Filmes.

A retomada da produção deve-se à política de incentivos fiscais, estabelecida por meio de leis como Rouanet e Audiovisual. Elas permitem que empresas patrocinadoras invistam em projetos e abatam o valor de seu importo de renda.

O Fundo Setorial do Audiovisual também é responsável por direcionar recursos às produções independentes. Cabe ao produtor ficar atento às oportunidades e participar das licitações e dos editais específicos.

Existe, ainda, a possibilidade de prospecção direta de financiadores. De acordo com a temática do filme, é possível recorrer a empresas que tenham interesse na mensagem que será divulgada. Essa é uma ação clara de marketing cultural: uma forma que as organizações têm de associar suas marcas a projetos e, com isso, ganhar visibilidade.

Projetos comunitários e sem fins lucrativos

Por serem nobres, os projetos comunitários são sinônimos de propagação de cultura e educação no nosso país. Tal como os outros, eles podem ser patrocinados pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Por se tratar de um processo complexo, vale se especializar no tema.

Estudo do projeto, financiamento e modos de produção

Com a ideia em mente e o perfil do projeto que será filmado em mãos, é preciso ter tempo para estudá-lo e planejá-lo. Só dessa forma, com o escopo definido, é possível buscar financiamento para produções audiovisuais e encontrar os modos adequados para a sua.

Formatação de projetos, plano de trabalho e orçamento

Tudo isso cabe no desenho de produção do produto – no caso, o filme. Esse momento é mais gerencial que criativo, pois o profissional precisa analisar custos, recursos e prazos; gerir pessoas e materiais; dividir a produção em tarefas e etapas; e criar um fluxo de trabalho que garanta entregas com qualidade.

Geralmente, o produtor assume grande parte dessas responsabilidades. Ele zela pelo planejamento e pela execução de todas as ações que viabilizam o filme. Em suma, é ele quem dá condições para que os demais departamentos funcionem de maneira adequada.

Os desafios são grandes para produzir um filme, um videoclipe ou qualquer outro audiovisual, principalmente quando o financiamento ainda precisa ser conquistado. Pensando nisso, a Unisul estruturou seu curso de Produção Multimídia sobre os pilares do empreendedorismo. No currículo os alunos são ensinados sobre desenho de produção, negócios e planejamento de projetos.

Invista em seu futuro! Em dois anos você terá um diploma com a mesma validade de bacharel e uma gama de conhecimentos práticos e teóricos.

Conheça o curso de Produção Multimídia e tire suas dúvidas com os nossos consultores!

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Monday, October 1, 2018

Celebração do Centenário do município de Foz do Iguaçu

Especialização em design de produtos digitais foca no desenvolvimento de competências para inovar

A especialização em Design de Produtos Digitais da Unisul é uma alternativa de formação complementar para quem já é graduado e busca por inovação profissional.

Compreender os conceitos de design de produto. Conhecer os aspectos voltados ao mercado digital. Desenvolver habilidades para desempenhar funções estratégicas na internet, tanto no empreendedorismo individual quanto no ambiente corporativo. Criar competências para análise e abordagem de problemas com metodologias como a de design thinking. Essas são algumas das abordagens do curso de especialização em Design de Produtos Digitais oferecido na modalidade de ensino a distância pela Unisul.

Uma formação complementar pode fazer uma diferença enorme em seu currículo e o ensino a distância é uma ótima opção para o profissional se manter atualizado de maneira prática.

Se você ainda não se convenceu, pense que, na era digital, tudo muda a todo instante e o mercado sempre busca por inovação. Esse é um dos principais motivos que você deve considerar quando buscar por uma atualização profissional.

“Dentro desse empolgante e inovador cenário, o curso de especialização em Design de Produtos Digitais ocupa um lugar privilegiado, ao compreender que o design de produto deve passar por três passos: o da criação, o do desenvolvimento e o do mercado”, explica Mauro Faccioni Filho, coordenador do curso da Unisul.

Como escolher o curso de especialização em Design de Produtos Digitais certo?

Como qualquer decisão na vida, escolher uma especialização pede cautela. Além de se preocupar com a história e a reputação da instituição de ensino, você precisa estar atento ao conteúdo programático do curso.

Ele é inovador e estimulante? Disponibiliza conhecimentos e discussões atualizados sobre o design de produtos voltado ao mercado digital? Estimula a compreensão dos conceitos de design de produto, design thinking e criatividade, permitindo o desenvolvimento de produtos digitais realmente inovadores?

Como tudo se transforma muito rápido, é essencial buscar um curso que esteja antenado a essas mudanças, além de oferecer modelos de aprendizado que acompanhem as tendências de mercado e competências sobre a gestão de projetos e a sua inserção no mundo da internet.

Inovação para diferenciar a carreira e o mercado

O curso de especialização oferecido pela Unisul tem como objetivo formar e especializar profissionais inovadores sobre os aspectos do design de produtos voltados ao mercado digital.

O curso explora, de modo técnico, reflexivo e conceitual, conhecimentos que vão muito além do que você será capaz de encontrar em outras instituições de ensino, como: design criativo, design thinking, modelagem de produtos, gestão de projetos voltados à inovação, produção de conteúdo, design de interface, aspectos de ergonomia e usabilidade, design estratégico, mobile marketing e Internet das Coisas.

No final do curso, você estará apto a elaborar estratégias de produto e design com foco no digital, bem como analisar os impactos das revoluções provocadas pela chegada da Internet das Coisas e pelo Big Data. Também poderá desenvolver produtos e processos inovadores, em um mercado competitivo e dinâmico como o da internet.

Ficou interessado? Então visite o nosso site agora mesmo! Conheça o nosso curso de especialização em Design de Produtos Digitais e dê um passo importante para levar a inovação para a sua carreira e, claro, para o mundo.

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Como determinar a viabilidade econômica de empreendimentos?

Saiba quais são os fatores que determinam a viabilidade econômica de empreendimentos na construção civil!

Depois de um período de recessão, muito por conta da crise econômica e política que o país atravessou, a construção civil dá sinais de retomada no Brasil. De acordo com o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, o mercado está otimista em 2018 e há uma previsão de melhora para o setor em 2019.

As declarações dadas pelo presidente da CBIC no 90º Encontro Nacional da Indústria da Construção, realizado no mês de maio de 2018 em Florianópolis (SC), apontam para uma realidade positiva do setor. Portanto, mais do que nunca, engenheiros, arquitetos e gestores dessa área devem atentar para a forma como é determinada a viabilidade econômica de empreendimentos.

Neste post, você conhecerá os fatores que determinam a viabilidade econômica de empreendimentos e saberá como fazer esse estudo na prática. Confira!

Fatores que determinam a viabilidade econômica de empreendimentos

No contexto anteriormente explicado, listamos uma série de fatores que devem ser levados em consideração para determinar se a construção de um empreendimento é ou não viável financeiramente.

Acompanhe quais são eles nos tópicos a seguir:

Matemática financeira

A matemática financeira é uma ramificação do estudo de cálculos que tem como objetivo analisar alternativas de investimentos ou financiamentos de bens de consumo, como os empreendimentos da construção civil.

Cálculos de capital, juros simples e compostos e taxas de juros, entre outros, são relevantes para determinar a viabilidade econômica de empreendimentos na construção civil. Por isso, é importante que os profissionais da área tenham conhecimento dessa disciplina.

Análise financeira

Com base nos cálculos feitos com as técnicas da matemática financeira, é feita uma análise que determina se o investimento ou a construção de um empreendimento é ou não viável em determinado momento ou situação.

Na análise financeira para construção civil são levados em consideração indicadores como fatores de caixa, resultado bruto, margem operacional, rentabilidade, margem de contribuição, ponto de equilíbrio e lucratividade, entre outros.

Capital de giro na construção civil

Podemos definir capital de giro, resumidamente, como a soma dos recursos que uma empresa precisa para se manter ativa com as suas atividades cotidianas.

No ramo da construção civil, o capital de giro de um empreendimento pode ser caracterizado pelo valor necessário para que a obra seja iniciada e concluída, sem que seja preciso pará-la por falta de recursos, por exemplo.

Portanto, antes de iniciar uma construção, os responsáveis pela viabilidade econômica do empreendimento necessitam fazer o cálculo do seu capital de giro.

Estudo de viabilidade em empreendimentos da construção civil

O estudo de viabilidade econômica em empreendimentos é um fator fundamental para determinar uma nova construção.

Assim, é recomendável que o responsável por esse estudo tenha conhecimentos avançados sobre todos os indicadores que apresentamos até aqui. Ele precisa medir o resultado financeiro, que será o lucro final de uma obra.

Também é preciso levantar os investimentos e os imprevistos financeiros que poderão acontecer no decorrer da execução do projeto.

Soma-se a esse cálculo os gastos com a mão de obra, os materiais que serão necessários, o seu rendimento e os investimentos em segurança para os colaboradores, entre outros.

Após tudo isso ser levantado e calculado, de acordo com a previsão do cronograma da obra, o gestor saberá se o novo empreendimento é ou não viável — ou seja, se deve ou não ser construído nesse momento.

Só assim será possível garantir que uma construção dará lucro para a construtora responsável.

Entender como é determinada a viabilidade econômica de empreendimentos na construção civil é muito importante, uma vez que um gestor de obras precisa dominar tal conhecimento. Por isso, convém procurar um bom curso de pós-graduação, que tenha professores especializados nesse segmento.

O MBA em Gestão de Obras e Projetos da Unisul é uma excelente oportunidade para você que deseja se destacar nesse mercado tão competitivo. Acesse o site do curso e conheça as disciplinas trabalhadas, o time de professores e os investimentos necessários para essa especialização que pode ser a chave para o seu sucesso profissional!

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Sunday, September 30, 2018

Leis e normas da área de Segurança do Trabalho no Brasil

Entenda como funcionam a legislação e as normas regulamentadoras de segurança do trabalho no Brasil.

A segurança do trabalho é obrigatória. O alto número de acidentes impacta diretamente nos custos e na imagem de empresas privadas. De modo semelhante, no setor público, onera os cofres públicos e desfalca as equipes.

Em ambos os casos, a incapacitação da mão de obra é fonte de prejuízo humano, material e financeiro, o que compromete também o restante da cadeia produtiva.

Veja quais são as leis e as normas técnicas de segurança do trabalho a seguir:

O que são as Normas Regulamentadoras?

As Normas Regulamentadoras são um conjunto de procedimentos, regras e protocolos referentes a medicina e segurança. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) obriga que tanto empresas privadas quanto públicas cumpram as NRs pertinentes.

As NRs têm como principal função fornecer regras e instruções necessárias para o cumprimento do que é previsto nos artigos da CLT: controle de riscos e prevenção de acidentes de trabalho, para proteção da saúde e da integridade física e psicológica do trabalhador.

De maneira a não deixar nenhum segmento empresarial sem orientações, as NRs são constituídas de forma a não se sobreporem ou contradizerem. Portanto, apesar de serem numerosas e de caráter abrangente, cada empresa consegue se adequar conforme suas especificações.

E é aí que entra o profissional especializado em Segurança do Trabalho. Como temos um total de 36 NRs, cabe a ele a análise, a avaliação e a elaboração de planos de adequação de cada empresa, conforme o conjunto de normas a ela pertinentes.

Para isso, as NRs são separadas por temas. Por exemplo:

  • NR 04 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho;
  • NR 08 – Edificações;
  • NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
  • NR 17 – Ergonomia;
  • NR 20 – Líquidos Combustíveis e Inflamáveis;
  • NR 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura;
  • NR 35 – Trabalho em Altura.

Um curso para cada NR?

Das NRs vigentes atualmente, quatro têm obrigatoriedade de curso. Portanto, o profissional que atua no segmento em que a conformidade com alguma delas se faz necessária e não possui treinamento específico é passível de penalidade.

São as NRs de curso obrigatório:

  • NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
  • NR 12 – Máquinas e Equipamentos;
  • NR 33 – Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados;
  • NR 35 – Trabalho em Altura.

Vale lembrar que, a cada mudança de empresa, o profissional deve receber um novo treinamento para se adequar às especificidades da área em que atuará.

Este e outros temas são abordados no curso de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho da Unisul.

Como é o curso de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho?

O curso de especialização é presencial, com aulas quinzenais ministradas por professores com vasta experiência na área.

Para contribuir com o conhecimento prático do aluno, a Unisul disponibiliza todos os equipamentos de medição de riscos ambientais no Laboratório de Ergonomia e Segurança do Trabalho.

No total, o curso de Engenharia de Segurança do Trabalho tem duração de cinco semestres e carga horária de 690 horas, o que o caracteriza como uma pós-graduação lato sensu para as exigências do Ministério de Educação e Cultura (MEC).

A quem se destina?

O curso é destinado a profissionais graduados — engenheiros, agrônomos, arquitetos, entre outros — com seu registro no conselho de classe devidamente reconhecido. Também a estudantes em fase de conclusão do curso de graduação.

A aplicação das NRs de Segurança no Trabalho é de interesse de todos: tanto empregados quanto empregadores nos setores público e privado. Isto porque os prejuízos afetam toda a cadeia produtiva.

Diante disso, a qualificação de profissionais para atuarem de maneira pró-ativa na solução de problemas de segurança do trabalho é fundamental.

Pensando em ingressar no ramo? Então conheça mais sobre a pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho e prepare-se para o mercado!

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10 coisas que você precisa aprender sobre desenho de produção no audiovisual

Muitas vertentes são responsáveis pelo sucesso dos profissionais, mas o mais importante é respeitar as etapas, elaborando um desenho de produção no audiovisual.

O mundo mudou e, por conta disso, as formas de trabalho também. Há poucas décadas, só era possível produzir conteúdo audiovisual com um budget robusto, muitos equipamentos e grandes equipes. Graças ao avanço da tecnologia, tem gente que faz filmes com o celular e distribui nas plataformas de streaming.

A verdade é que o mercado de produção audiovisual cresce, mas para ter sucesso nessa área é preciso estar atento às boas práticas de gestão, além, é claro, das oportunidades tecnológicas. Por isso, conversaremos sobre desenho de produção no audiovisual – um processo fundamental para quem quer criar de forma independente.

O que é desenho de produção no audiovisual?

O desenho de produção no audiovisual é composto pelas etapas de planejamento que envolvem um projeto. Geralmente, aborda a viabilidade, o financiamento e os próprios modos de trabalho.

Como já antecipamos, as ferramentas de captação e distribuição mudaram ao longo dos anos, mas a necessidade de estruturar o processo de produção ainda é a mesma. A expertise na definição de recursos, por exemplo, pode ser fator decisivo no sucesso de uma empresa.

Por isso, na graduação em Produção Multimídia da Unisul, apostamos nas certificações em Administração de Produção em Multimídia e Realização Audiovisual. Na prática, isso significa que os estudantes aprendem por meio de um conjunto de disciplinas que formam habilidades e competências específicas.

Fizemos um pot-pourri dos temas relevantes para um produtor multimídia de sucesso. Todos os pontos foram extraídos do programa do curso. Confira!

1. Negocie e documente tudo

Um profissional que deseja empreender nessa área precisa fortalecer duas competências: organização e persuasão. Afinal, é ele quem vai liderar as negociações com o cliente e documentar os acordos por meio de contratos.

É preciso se atentar aos contratos de produção, distribuição e comercialização. Ninguém quer um processo por uso de imagem indevido, não é?

2. Aplique princípios, estratégias e ferramentas de gerenciamento

Gerir um negócio vai além do próprio conhecimento técnico da coisa. Por isso, é fundamental estudar modelos de gerenciamento de projetos e metodologias de desempenho, como o PDCA e as estratégias de marketing.

3. Trabalhe em equipes multidisciplinares

Para não se sobrecarregar, vale contar com o conhecimento do outro. Duas cabeças pensam melhor que uma e, por isso, equipes multidisciplinares acrescentam e aceleram o desenvolvimento do trabalho.

4. Formate projetos

Todo o projeto precisa ter começo, meio e fim. Parece óbvio, mas muitos profissionais atropelam os processos e prejudicam a produção multimídia em si.

Imagine a lacuna que pode se formar se a captação de cenas acontecer antes da pesquisa de imagem e conceito?

5. Planeje a distribuição dos produtos

O modelo de distribuição do conteúdo é uma das partes mais importantes do desenho de produção no audiovisual. Por meio do estudo do público-alvo, é possível saber onde distribuir um conteúdo.

Se você produzir um comercial para um cliente formal, é possível que não caiba distribuí-lo no YouTube, mas em algum canal de TV.

6. Prepare roteiros e argumentos

O domínio de pesquisa, ordenação do conteúdo e escrita são fundamentais para a sequência do desenho de produção no audiovisual.

7. Domine o básico das linguagens

Identifique e aplique os componentes básicos das linguagens sonora, cênica e plástica.

Compreender os tipos de linguagem que cabem a um filme imprime maior grau de realidade e excelência em momentos como captação e edição.

8. Reinvente

O desenho de produção no audiovisual também requer reinvenções de processos, formas, técnicas, materiais e valores estéticos na concepção, elaboração e interpretação artística.

9. Manipule materiais

Selecione e manipule esteticamente diferentes fontes e materiais utilizados nas composições artísticas.

A capacidade técnica da manipulação estética é um diferencial na execução de qualquer projeto.

10. Entenda os processos técnicos

Exerça atividades técnico-operacionais na captação e manipulação de som e imagem para a produção de multimídia digital. Quanto mais você souber sobre isso, melhor!

Você já viu que muitas são as vertentes responsáveis pelo sucesso dos profissionais dessa área, mas o importante mesmo é respeitar as etapas, elaborando um desenho de produção no audiovisual impecável. Dessa forma, o planejamento segue sem surpresas e o resultado é excelente.

Se você quer fazer diferença no mercado, conheça a graduação em Produção Multimídia da Unisul. Por meio de uma proposta inovadora, que acompanha as evoluções tecnológicas, os estudantes aprendem a ser versáteis, empreendedores e excelentes. Tudo isso com a praticidade da plataforma de ensino a distância!

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