Presidente da Câmara de São João do Sabugi assina ordem de serviço para a construção do novo prédio do Legislativo publicado primeiro em: http://talesvale.blogspot.com
Tuesday, October 22, 2019
Presidente da Câmara de São João do Sabugi assina ordem de serviço para a construção do novo prédio do Legislativo
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A lição que vem de Tancredo Neves
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Mineiro tenta reverter oposição a PROEDI na AL
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Cronograma de estudos: crie uma rotina para se dar bem na universidade
Inúmeros textos, provas, trabalhos e projetos. Essa é a realidade semanal dos universitários por todo o país. E para não ficar atrasado no conteúdo a ser estudado nem correr o risco de deixar de lado outras atividades, é importante que o aluno faça um cronograma de estudos bem detalhado, e assim se dedicar a todas as matérias sem ter que escolher.
Um cronograma permite que você consiga visualizar suas demandas mais facilmente e, assim, otimizar seu tempo e garantir que você não vai terminar a semana e perceber que deixou algo muito importante passar.
As metodologias disponíveis para a criação de um cronograma de estudos são quase infinitas. Mas na hora da escolha você deve prezar por um modelo que se adeque às suas necessidades e realidade. De nada adianta optar por um modelo que fale em 10 horas de estudos diários se você não tem isso tudo disponível, não é mesmo?
Como criar um cronograma de estudos eficiente?
Antes de colocar seu cronograma de estudos no papel (sim, é interessante que você possa visualizá-lo facilmente) é importante que você siga alguns passos:
1. Faça uma avaliação bem minuciosa da sua semana. Quantas horas você tem disponível para estudar? Quais são as atividades que você pratica semanalmente? Quanto tempo você quer reservar para seus amigos e familiares? Uma vez isso bem detalhado, coloque em uma planilha com os horários nos quais você pretende fazer isso. Por exemplo: segundas, quartas e sextas, academia às 19h.
2. Defina qual o melhor horário de estudo para você. Você já percebeu que é mais produtivo à noite do que ao longo da tarde? Então que tal tentar remanejar algumas atividades para que sua noite esteja livre para os estudos? Estabeleça um número máximo de horas para estudo por dia e lembre-se de que pesquisas já mostraram que o máximo de tempo que conseguimos ficar na mesma tarefa com produtividade máxima é cerca de 6 horas.
3. Descreva as matérias que você terá de estudar naquele semestre e analise quais delas irão exigir mais da sua atenção. É bobagem dizer que todas as disciplinas da sua faculdade terão a mesma necessidade de estudo e dificuldade. Por isso, avaliar qual delas você terá de se dedicar já no início poupará tempo e otimizará seus estudos.
4. Use a técnica do ciclo de estudos. Uma das técnicas mais interessantes é a do ciclo de estudos, que é bastante simples, mas tem mostrado resultados incríveis. Ao invés de estabelecer um horário fixo para cada uma das disciplinas que você tem de estudar ao longo da semana, marque no seu cronograma de estudo apenas quanto tempo você pode se dedicar aos estudos em cada dia. Faça uma relação das matérias que você tem e quanto tempo precisa para cada uma delas. Quando você chegar no horário de estudo, veja qual é a próxima disciplina na lista e estude o tempo necessário. A grande sacada deste método é que quando acontece um imprevisto (como uma consulta médica, uma aula extra ou qualquer outra situação) você não perde o dia de estudo daquela matéria. Essa rotatividade de dias e horários também garante que você se empolgue mais para manter o ritmo. Se você preferir não seguir este método, modifique seu cronograma de 15 em 15 dias, ou mensalmente.
Ferramentas para criar um cronograma de estudos
Você pode fazer seu cronograma de estudos da maneira que achar mais eficiente, mas é interessante que ela realmente seja em forma de calendário. Desta maneira as atividades que você tem a realizar todos os dias ficam mais visíveis.
Além dos tradicionais papel e caneta, você também pode utilizar algumas ferramentas para criar o seu cronograma de estudos. Uma dessas possibilidades é através da agenda do Google, que, inclusive, encaminha mensagens de e-mail antes de suas tarefas para avisar.
Outra opção gratuita é a ExamTime. Você insere na plataforma as atividades e o tempo que terá para se dedicar a cada uma delas. Ao final, você recebe relatórios de como foi a sua semana. Assim, pode rever o que não foi bom e buscar pequenas otimizações.
Se você já tem um pouco mais de habilidade, uma excelente alternativa é fazer uma planilha no Excel. Esta ferramenta é uma das mais flexíveis e você pode automatizá-la para a soma de tempos de atividades e, assim, fazer análises de como melhorar a sua agenda semanal. O programa também permite que você imprima sua planilha.
Para facilitar quem está apenas começando neste método de organização, criamos dois modelos de cronograma de estudos simplificado que você pode imprimir e colar na sua geladeira ou em um quadro de estudos. O importante é ter tudo em dia e sem estresse!
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A ação do PT contra Bolsonaro
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Monday, October 21, 2019
O que seu curso universitário diz sobre sua personalidade
Logo nos primeiros dias de faculdade é possível perceber que muitos dos seus colegas de classe têm características semelhantes às suas e prontamente aquela sensação de pertencimento a um grupo começa a crescer. Essa intuição há muito sentida por calouros em universidades de todo o mundo agora é amparada pela ciência.
Uma pesquisa da psicóloga dinamarquesa Anna Vedel, da Universidade de Aarhus, mostrou o que a escolha do seu curso universitário diz sobre sua personalidade. E não é pouco. O estudo chamado de Big Five personality group differences across academic majors: A systematic review revisou a entrevista de mais de 13 mil estudantes universitários em outras 12 pesquisas realizadas entre 1992 e 2015 e expôs semelhanças consideráveis entre as pessoas que escolhem cada área de graduação.
Todo o estudo é baseado no Big Five ou Grandes Cinco, em tradução livre, um conjunto de cinco características que conseguem definir em maior ou menor escala a personalidade de cada indivíduo: abertura ao novo, afabilidade, consciência, extroversão e neuroticismo. Segundo a pesquisadora, o estudo revelou que aquela forma quase caricata com a qual descrevemos pessoas de determinadas áreas tem, sim, fundamento científico.
Meu artigo mostra que pesquisadores de diferentes países encontram personalidades consistentemente diferentes (em estudantes de cada área de ensino). Por exemplo, alunos de psicologia, artes e humanas têm grandes traços de abertura ao novo e neuroticismo; enquanto graduandos de Economia, Direito, Medicina e Ciências Políticas são bastante extrovertidos, diz a pesquisadora em artigo para a revista Scientific America.
O que seu curso universitário diz sobre sua personalidade
Abertura ao novo: a criatividade, a imaginação, o apreço à diversidade cultural e a vontade de viver novas experiências. Essa característica é mais fortemente constatada em graduando de Artes, Humanas, Psicologia e Ciências Políticas. Já os estudantes de Direito, Economia, Engenharia e outras ciências exatas tiveram as notas significativamente mais baixas neste quesito.
Afabilidade: é o traço que fala da gentileza, modéstia, confiança e cooperação de cada indivíduo. Por ironia, os graduandos de Direito não receberam boas pontuações neste quesito, seguidos pelos estudiosos de Administração e Economia. Já os de Medicina, Artes, Humanas, Psicologia e outras ciências tiveram essas características bastante acentuadas.
Consciência: trata da organização, da capacidade de detalhamento, do controle e da orientação para a realização de objetivos. De acordo com a pesquisa da dinamarquesa, esse aspecto foi, obviamente, mais baixo em estudantes de Artes e Humanas do que em outras especialidades.
Extroversão: é a característica ligada à sociabilidade, ao entusiasmo e à assertividade das pessoas. Segundo o estudo, os alunos de Economia, Direito, Medicina e ciências políticas têm esse traço maior deste atributo que os de Artes, Ciências e Humanas.
Neuroticismo: é a tendência pela ansiedade e pelas mudanças de humor. Os estudantes que marcaram níveis mais altos desta característica estavam concentrados nas áreas de Artes, Humanas e Psicologia. Já as notas mais baixas eram a dos matriculados em Economia e Administração.
A pesquisadora alerta, no entanto, que os resultados da sua pesquisa não devem ser utilizados como única forma para a seleção de um curso universitário. Mas como uma base que pode ajudar a direcionar escolhas, assim como melhorar as formas de aprendizado ensinadas nos cursos de graduação das universidades.
– Não seria sensato basear seu futuro acadêmico apenas em traços de personalidade. As suas habilidades e interesses deveriam obviamente estar inseridos nas escolhas educacionais assim como diversos outros fatores – completa.
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Sunday, October 20, 2019
Conhecimentos gerais: 5 dicas para estar sempre atualizado
Vários estudantes focam tanto os estudos em matemática, biologia, física, química e português que esquecem de acompanhar o jornal e outros meios de comunicação para saber o que acontece no mundo neste período que antecede o vestibular. Mas conhecimentos gerais são, sim, conteúdos cobrados em processos seletivos e o estudante também deve reservar um tempo para eles.
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por exemplo, coloca “conhecimentos gerais” como um braço da prova de Ciências Humanas e suas tecnologias. Na descrição do site do MEC, o conteúdo aparece como mesmo peso de Geografia, História, Filosofia e Sociologia. A demanda, no entanto, não é sobre detalhes do acontecimento, mas linhas gerais do que está em debate.
Além disso, é comum os processos seletivos e vestibulares utilizarem acontecimentos que estão sendo debatidos pela sociedade como tema da prova de redação. Neste caso, ter uma noção de vários argumentos sobre o mesmo tema auxilia a discorrer de forma mais coerente e precisa.
Como estudar para uma prova de conhecimentos gerais:
1. Acompanhe o noticiário
Jornais, revistas, internet, televisão, blogs. Mantenha contato pelo menos uma vez por dia com algum programa jornalístico para se manter atualizado. Desta maneira você terá acesso a um pouco de conteúdo diariamente e não irá comprometer a rotina de estudos.
2. Selecione referências
Colunistas, blogueiros e vloggers são boas pessoas para acompanhar em momentos de estudar conhecimentos gerais. Normalmente eles discorrem sobre assuntos e não apenas soltam as informações, o que ajuda na hora de montar um argumento. Mas é bom selecionar apenas alguns para não se sobrecarregar de conteúdos e perder tempo.
3. Procure opiniões diferentes sobre o mesmo tema
Quanto mais informações e pontos de vista sobre o mesmo tema você tiver, maior será o seu poder de argumentação em uma prova discursiva. Esse pode ser um bom ponto decisor de quais referências você irá acompanhar.
4. Escreva sobre os temas
Uma excelente maneira de treinar os conhecimentos gerais é semanalmente fazer uma redação sobre um tema que está sendo bastante debatido. Além de pesquisar mais sobre ele, você também trabalha a questão de escrita e aprende a elencar melhor os argumentos. Se possível, entregue o conteúdo para a revisão de um professor.
5. Estude história e os contextos
O maior erro de quem quer se manter atualizado e estudar conhecimentos gerais é acreditar que isso se refere apenas ao que foi notícia. O que é cobrado em processos seletivos, na verdade, são assuntos. Por exemplo: violência contra a mulher, redução da maioridade penal, rombo da previdência privada, conflitos étnicos, crise de refugiados.
O interessante é se informar também sobre o contexto em volta destes temas e a parte da história que explica a sua formação. A grande maioria destes conflitos e debates tem raízes mais antigas e compreendê-las fará você ter um entendimento melhor de todo o assunto.
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