Wednesday, May 29, 2019

Com aval de Bolsonaro, senadores mantêm Coaf com o ministério da Economia de Paulo Guedes


Da Agência Senado
O governo conseguiu na noite desta terça-feira (28), uma vitória no Senado e aprovou sem alterações a medida provisória que reduziu de 29 para 22 o número de ministérios. Senadores atenderam a um apelo do presidente Jair Bolsonaro para que mantivessem o texto da forma como foi aprovado na Câmara e deixassem o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sob a alçada do Ministério da Economia. O texto agora vai a sanção presidencial.

Parlamentares da base aliada passaram boa parte da sessão justificando o voto que tirou o Coaf do ministro Sérgio Moro. A defesa de que o órgão ficasse no Ministério da Justiça foi uma das pautas levadas às ruas por manifestantes nos atos a favor do governo no domingo passado.

Em carta, assinada em conjunto com Moro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente pediu que os parlamentares não tentassem alterar a MP, sob risco de ter que retornar a estrutura anterior da Esplanada dos Ministérios, com 29 pastas – atualmente são 22. O documento foi entregue pelo chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni – também signatário –, ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), durante café da manhã no Palácio da Alvorada.

O pedido colocou em lados opostos o desejo inicial de Moro, de ficar com o comando do Coaf, e o interesse do governo em manter a estrutura mais enxuta, com menos ministérios, independentemente em qual ministério estará o órgão de controle financeiro.

Antes de colocar o texto em votação, Alcolumbre tentou um acordo com líderes de partidos. A reunião foi tensa e se arrastou por mais de duas horas. A portas fechadas, apelou aos colegas para que não houvesse pedidos para que a questão do Coaf fosse votada nominalmente. Encontrou resistências.

“Imagino as pessoas que foram às ruas indignadas com o acordo que o governo fez mesmo contra o interesse do ministro Sergio Moro”, afirmou Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

“É muito difícil o cidadão em casa entender que o governo dormiu domingo pensando uma coisa e acordou na segunda pensando outra. Mudar de ideia mediante convencimento é salutar. Mas mediante ameaça é covardia, fraqueza”, disse Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

O PT, que estava disposto a fazer oposição, não demonstrou empecilho para o governo na reunião. “Ver Bolsonaro, centrão e PT juntos não tem preço”, ironizou Randolfe.

Líder do PSD no Senado, Otto Alencar, também era um dos que demonstrava-se reticente em atender ao governo. Ele criticou Moro por ter assinado a carta contrariando o que o próprio ministro mesmo havia defendido. “Não quer perder o emprego e assina (a carta). Ninguém pode colocar interesses pessoais acima de história de vida”, disse o senador.

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), decidiu ceder mais um pouco. Aceitou devolver a demarcação de terras indígenas ao Ministério da Justiça. A atribuição estava sob o comando do Ministério da Agricultura. Ruralistas não gostaram e cobraram Bezerra, que rebateu que o acordo já estava feito.

Recuo. Um dos principais defensores de devolver o Coaf ao ministro Sérgio Moro, o líder do PSL no Senado, Major Olimpio, recuou após o pedido do governo e passou a defender que os colegas atendessem a vontade de Bolsonaro. Pedia que valorizassem a carta assinada pelo presidente e pelos seus ministros e chegou a elogiar a oposição por votar com o governo.

“Hoje, eu tive verdadeiras aulas de cidadania plena na reunião de líderes, onde pude testemunhar o líder Humberto Costa, do PT, na grandeza de dizer pelo País que ‘se nós quisermos, nós colocamos um kit obstrução e nós travamos o que pudermos, mas nós não estamos torcendo pelo quanto pior, melhor; nós estamos torcendo para que tenha um encaminhamento que possa ser melhor para o povo brasileiro’”, disse Olimpio.

Day after. A preocupação dos senadores ontem era, após fazer um gesto em favor do governo, qual será o próximo passo de Bolsonaro. “É preciso entender se o presidente vai realmente descer do palanque. Ele não precisa nesse momento de votos, mas de apoio político e saber dialogar com as pessoas certas”, disse Simone Tebet (MDB-MS).

“Ele tem de somar uma base no Senado e na Câmara e essa base não precisa vir de Centrão, nem de toma lá, da cá”, afirmou.



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Tuesday, May 28, 2019

Tomba Farias critica medidas paliativas do governo e revela que fornecedores não recebem há cinco meses


Em entrevista ao jornalista Diógenes Dantas, na 96 FM, o presidente da Comissão de Finanças e Fiscalização da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Tomba Farias (PSDB) disse que as medidas paliativas que o governo Fátima Bezerra (PT) está tomando não são suficientes para mudar o cenário da economia do Estado, que há cinco meses não paga aos fornecedores que prestam serviços para a administração estadual.

“As medidas paliativas vão levar a lugar nenhum. O governo está destinando todo o dinheiro que tem para manter a folha de pagamento”, disse o parlamentar, ao revelar que a cada mês que passa o governo acumula um déficit previdenciário da ordem de R$ 120 milhões.

Tomba Farias acredita que o estado não sairá da situação de crise, caso não sejam tomadas medidas que são urgentes e necessárias, como a venda de ativos, como Aero Clube, Arena das Dunas, Centro de Convenções, Caern e Potigás, além da federalização da Universidade do Rio Grande do Norte (UERN). “Qual é a medida que o governo está tomando para conter a sangria?”, questiona o presidente da Comissão de Finanças e Fiscalização da AL.


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Matadouro Público de Caicó foi construído em São Fernando

Construído na administração do prefeito Bibi Costa e nunca inaugurado, o Matadouro Público de Caicó, foi construído no  município de São Fernando. Atualmente em ruínas, o Matadouro é alvo de investigação do Ministério Público Federal.



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A dúvida de Fernandinho...

O suplente de deputado, advogado Fernando Antonio Bezerra, ainda não definiu seu projeto político para 2020. Fernandinho tem seu nome cogitado para disputar as prefeituras de Caicó e Acari, sua terra natal em 2020.

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Batata corre contra o tempo...

O prefeito de Caicó, Robson Araújo 'Batata'(PSDB), corre contra o tempo, para viabilizar seu projeto de reeleição. Aguarda a liberação de recursos federais que devem alavancar sua gestão. Recentemente o município de Caicó foi contemplado com a a construção de 400 moradias qye devem ser iniciadas até o final do ano.

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Fernando Mineiro diz que teve seu mandato roubado


Blog Luciano Vale
Em entrevista nesta terça-feira (28), a Hora do Povo, da 106 FM, o ex-deputado estadual Fernando Mineiro (PT), que participou nesta manhã de uma reunião no Sebrae, para discutir a regularização e modernização das queijeira da região, voltou a falar sobre o processo que gerou a sua não diplomação como deputado federal eleito na última eleição.

No início da entrevista, quando foi lembrado pelo apresentador, que não tinha obtido êxito na eleição para deputado federal em virtude de uma questão jurídica que deu ganho de causa ao deputado Beto Rosado (PP) que foi diplomado e empossado, o parlamentar foi curto e grosso ao afirmar. "primeiro quero dizer que obtive êxito sim, fui o terceiro mais votado do estado, o problema é que a justiça me roubou e tomou meu mandato, numa jogada que até hoje não se explicaram ainda e espero que o assunto seja levado ao pleno ao tribunal Superior Tribunal Eleitoral, porque é um escândalo, uma coisa escandalosa."

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Campanha de Vacinação Contra Influenza entra na última semana

Iniciada em 10 de abril, a Campanha Nacional de Vacinação Contra Influenza segue até a próxima sexta-feira (31). Em Natal, um total de 182.609 pessoas que fazem parte do público alvo já foram imunizadas.

Os idosos foram os mais imunizados até o momento, com 70.539. Outros grupos prioritários, como crianças (39.555), comorbidades (31.771), trabalhadores da saúde (20.212) e professores das redes pública e privada (8.537) também apresentam grande procura.

O público alvo da campanha é composto por: crianças na faixa etária de seis meses a menos de 6 anos de idade; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); idosos a partir dos 60 anos; trabalhadores da saúde; professores de escolas públicas e privadas; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; e funcionários do sistema prisional.

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